Mostrar mensagens com a etiqueta B1. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta B1. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Favela ou comunidade?


FAVELA OU COMUNIDADE?


Jornal da Record -06/06/13- Favela ou Comunidade? - Parte 4




Preenche com as informações requeridas 

* [Podes verificar depois a chave no fim da postagem]
 
1) Origem de dona Genésia

2) Condições da habitação em que morava dona Cleide em Heliópolis

3) Tipo de habitação comum na favela

4) Divisões da antiga habitação de dona Genésia

5) Divisões da casa atual de dona Genésia

6) Divisões de casa atual de dona Cleide

7) Ocupação atual de dona Genésia

8) Formação de dona Cleide

9) Número de crianças atendidas nas creches da comunidade

10) O que é que as crianças comem?

11) Princípio pedagógico da creche

12) Inseto citado por um menino

13) Qualificativos usados para as crianças

14) Qual é o orgulho dos estudantes?

15) Meios de transporte que os meninos constroem

16) Percurso biogŕafico do educador

Outros episódios da mesma série

Jornal da Record -07/06/13- Favela ou Comunidade? - Parte 5 

 

Jornal da Record -05/06/13- Favela ou Comunidade? - Parte 3 

 

Jornal da Record -03/06/13- Favela ou Comunidade? - Parte 1 

 

Jornal da Record -04/06/13- Favela ou Comunidade? Parte 2 

  


CHAVE



Origem de dona Genésia
Pernambuco, sertão

Condições da habitação em que morava dona Cleide em Heliópolis

Havia um banheiro que a gente dividia. Tinha três cômodos [quartos, BR] e banheiro.

Tipo de habitação comum na favela

Casebre, barraco

Divisões da antiga habitação de dona Genésia

Havia um banheiro que a gente dividia. Tinha três cômodos [quartos, BR] e banheiro.

Divisões da casa atual de dona Genésia

Quartos, bagunça, cozinha, espaço da bagunça, banheiro

Divisões de casa atual de dona Cleide

Cômodos, sacada.

Ocupação atual de dona Genésia

Ajuda a administrar as creches

Formação de dona Cleide

É formada em ciências contáveis e psicologia. Hoje, presidente de união de moradores.

Número de crianças atendidas nas creches da comunidade

Mais de 1200.

O que é que as crianças comem?

Arroz com feijão e salada

Princípio pedagógico da creche

Trabalham a autonomia da criança

Inseto citado por um menino

Barata

Qualificativos usados para as crianças

Saudável, que se alimentam bem, que se divertem, têm lazer, participativas, querem mostrar tudo

Qual é o orgulho dos estudantes?

Aula de robôtica

Meios de transporte que os meninos constroem

caminhão (Pt – camião), trator

Percurso biogŕafico do educador

Foi aluno a contra-gosto. Depois virou professor.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Sou um rio - O Minho



Os rios da Lusofonia continuam a falar com a ajuda dos estudantes do nível intermédio. Eis mais um exemplo, este de uma aluna da turma das 19h30.

* Reparem em que os nomes compostos de espécies zoológicas e botânicas se escrevem com hífen, ao abrigo do acordo ortográfico.  

Sou o Rio Minho. Sou um dos mais pequenos da Península Ibérica, mas sou o mais importante, porque algum dia conseguirei unir Portugal e a Galiza.
 

Há muito tempo que ouço falar nas minhas duas margens, ou talvez ouço murmúrios sobre a semelhança de galegos e portugueses. Ah!, a língua é muito parecida!


Eu tento que os dois povos se unam através do traço que faço no meu leito cheio de água. O meu caudal de água é a linha que une muitas aldeias e cidades do Minho Norte e Minho Sul.


Sempre me sinto contente, volto a nascer e a passar por Melgaço, pois é então que sinto o murmúrio das gentes de Rosalia de Castro por um lado, e das gentes de Camões pela outra beira.



Fonte da fotografia: riosdeportugal.webnode.pt
(Imagem etiquetada com licença de uso sem fins lucrativos)
Ofereço os meus presentes a todos estes povos por igual:  a mesma água; e além disso, truta, lampreia, enguia e salmão.


Preocupa-me o aumento de poluição fluvial, que pode provocar a morte de muitos peixes.


De tanto falar com as duas beiras desde Melgaço, volto-me rouco, mas aceito o destino da minha morte a caminho do Atlântico,  apesar de que logo voltarei a nascer.


Até à próxima, quando eu voltar a nascer. 


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Palavras à mesa

Proposta de tarefa escrita

As palavras são feitas da farinha que foi moída no moinho comunitário da língua. Esta tarefa quer convidar-vos, por isso, a partilharem a vossa receita para cozinhar uma palavra da língua portuguesa que seja bem do vosso gosto.

Tanto nos ingredientes quanto nos processos de cozinhado, seja sempre bem-vinda toda quanta liberdade e fantasia queiram enfornar. Os leitores ficarão rilhados e rilhadas de desespero para experimentar a iguaria.


Fonte da imagem: http://pixabay.com/pt/cora%C3%A7%C3%A3o-assar-receita-queijo-49577/


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Sou um rio (Rio São Francisco)

Na tarefa "sou um rio" propunha-se virar rio para se apresentar em primeira pessoa. 

Cá temos um dos grande rios do Brasil a se apresentar. Muito obrigado a quem escreveu. 

O Rio São Francisco (O Velho Chico)


Para os índios sou o rio Opará, o rio mar, mas também sou o Velho Chico para o povo brasileiro. Américo Vespúcio descobriu-me em 1501 e deu-me o nome de São Francisco. Franceses e Holandeses frequentaram a minha foz. O primeiro bispo do Brasil, D. Pero Fernandes Sardinha, escapou à morte num naufrágio na minha foz, só para ser devorado depois pelos índios Caetés.



Após a descoberta de ouro no estado de Mina Gerais, fui usado como rota de entrada ao interior do país. É por isso que sou chamado rio da integração nacional. Guiados pela cobiça, os colonizadores, em luta contra a bandidagem, foram queimando aldeias e quilombos, dizimando os índios e escravos fugidos.



Uma outra alcunha que eu tenho é rio currais, pois era o gado do nordeste o que descia o rio até ao litoral.




Fonte da Imagem: Wikipédia. 


No meu curso médio atravesso o sertão, e apesar da falta de chuva e o calor, mantenho-me perene. Após percorrer mais de 2.800 Km, desaguo no oceano Atlântico.

(Turma de intermédio II das 9h00)

Não deixem de ler o maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade sobre o rio: Águas e Mágoas do Rio São Francisco:  

Eis várias músicas sobre o Rio São Francisco.


Riacho do Navio, do legendário Luís Gonzaga, Rei do Baião. 

 
 Petrolina e Juazeiro, duas cidades de dois estados, Pernambuco e Bahia, unidas ou separadas pelo rio? 

Fogo! Como gosto desta música!


Música do Rio São Francisco por Renata Cruz. 

sábado, 26 de abril de 2014

CONDICIONAIS (QUATRO TIPOS)


QUATRO TIPOS DE CONDICIONAIS EOI COMPOSTELA

1. CUMPRE-SE SEMPRE / É UM FACTO / É HABITUAL / SEMPRE SE CUMPRE EM DETERMINADAS CIRCUNSTÂNCIAS

Se acendemos a lareira, a sala fica quente. (Sempre que acendemos a lareira, a sala fica quente)
Se deitamos água no azeite, produz-se uma combustão.
Se a temperatura é inferior a 0º, a água líquida vira gelo.
Se o João tem fome, ele vai à hamburgueria.

2. PROVÁVEL NO FUTURO: B acontecerá, se A se cumpre no futuro – 
É PROVÁVEL QUE , INSTRUÇÃO: 
Se (no futuro) te encontrares nessa situação, age de tal maneira.
R

Se o João vier, vamos à festa (Tu achas que virá?)
Se estiver muito frio, vamos à neve (Mas tu achas que nevará?)
Se fores ao Porto, traz-me uma garrafa de vinho (Amanhã vais ao Porto, não vais?)
Se a janela estiver trancada, puxa dela.

3. IRREAL / HIPOTÉTICO / IMAGINÁRIO (ATUALMENTE, A CONDIÇÃO NÃO SE CUMPRE) – o mundo real é ignorado na interpretação – IMAGINE-SE QUE...

SS

Se acendêssemos a lareira, a sala ficava / ficaria quente (PORÉM, a lareira está apagada)
Se eu quisesse, comprava / compraria o parlamento da Hungria. (PORÉM, eu nada indica que eu queira)
Se vocês lessem os jornais, sabiam / saberiam o que se está a passar. (PORÉM, vocês não leem os jornais, ou nada indica que os leiam)
Se a Paula fosse russa, não tinha / teria de aprender russo. (PORÉM, ela é de Monforte)

4. IRREAL NO PASSADO

Se tivesses estado na festa, terias conhecido a Maria ( mas tu não estiveste)
Se tivesses estado na festa, tinhas conhecido a Maria.
(ou conhecerias, conhecias)

SE + PRESENTE
Se os salários descem
PRESENTE
o consumo diminui
SE + FUTURO DO CONJUNTIVO
Se fores ao cinema
FUTURO, IMPERATIVO, PRESENTE
encontrarás a Marta
telefona-me antes
vemo-nos lá (=ver-nos-emos lá)
SE + IMPERFEITO CONJUNTIVO (-SSE)
Se estivesses agora no Porto,
IMPERFEITO, CONDICIONAL
podias ir ao concerto da Mariza (+ coloquial, língua falada)
poderias ir ao concerto da Mariza (+ formal, língua escrita)
SE + M-Q-PFTO DO CONJUNTIVO
M-Q-PFTO DO INDICATIVO
Se tivesses vindo à viagem a Portugal,
Terias experimentado a francesinha (+ formal)
Tinhas experimentado (+ coloquial)
Experimentavas (+ coloquial)


FORA OU FOSSE


FORA OU FOSSE?

Pretérito mais-que-perfeito do indicativo. RA

Este tempo verbal costuma referir-se a um passado anterior a outro passado ou a um passado que se quer mostrar como muito distante.

Quando eu cheguei, ele já levantara a mesa (= ela já tinha tinha tomado duche)

O correspondente tempo composto (tinha feito, tinha tomado, etc. ) tem um valor temporal similar e é muito mais usado na oralidade.


Dizque no século XII o Egas Moniz fora armado cavaleiro neste mosteiro.
Pretérito imperfeito do conjuntivo. SSE

Este tempo verbal costuma ser associado às ideias de pedido / desejo / sugestão / conselho, no passado ou num momento atemporal. É frequente que vá precedido de algum que:

Eu pedi-lhe que levantasse a mesa.

Sugeri-lhe que fizesse o curso.

Também costuma ser usado em orações condicionais, exprimindo irrealidade:

Se tivesse mais dinheiro, viajava mais / viajaria mais

O erro mais frequente é usar FORA onde devia usar-se FOSSE

O João queria que eu fosse com ele ao Porto

Portanto, a regra básica é:

se duvidas entre estivera ou estivesse
o mais provável é que seja estivesse

O erro é devido à interferência do castelhano:

Na variedade galega, a diferença fora/fosse é idêntica à da variedade portuguesa.



Completa com a forma verbal adequada

1.A Maria queria que eu (fora/fosse) _____________ à feira.

2.A Joana disse que ela já (estivera/estivesse) _______________ lá há vários anos.

3. Pedi-lhes que (escrevessem/escreveram) _____________ uma redação breve.

4. Se este (fosse/fora)______________ um país normal, os banqueiros estavam na cadeia.

5. Ela sabia que o Leo sempre (estivesse/estivera) ______________ assim, a trabalhar numas condições precárias.

6. Falou baixinho para que eu (pudesse/pudera)_____________ ouvir.

7. A Joana falou que (fizesse/fizera) _______________ mal o teste, pois havia muito barulho na sala.

8. Pouco antes da guerra, o Pedro (escrevesse/escrevera) ________________ à família, alertando do perigo existente.

9. O Pedro pediu-me que (convencesse/convencera)________________ à família para fugir para outro país.

10. Seria bom que o presidente (fizesse/fizera) ________________________ um bom discurso.

11. O governo esperava que o operários não se (manifestassem/manifestaram)_____________ . Porém, eles sim saíram à rua, como já (fizeram / fizessem) ________ vários anos atrás.

12. Gostaria muito de que (viesses / vieras)____________ fazer-me uma visita.

13. Se (soubesse / soubera) ____________onde ela mora, fazia-lhe uma visita.


CHAVE

Fosse, estivera, escrevessem, fosse, estivera, pudesse, fizera, escrevera, convencesse, fizesse, manifestassem, fizeram, viesses, soubesse.



domingo, 20 de abril de 2014

Associação de apanhadores de corninhos


Maria, do Nível Intermédio, escreveu este convite para aderir a uma associação invulgar. 

Convite aos colegas de turma para aderirem à Associação de Apanhadores de Corninhos (A.S.A.C.O.)

Fonte da imagem: http://www.ebay.com/bhp/dentalium

Caras e caros colegas,

Venho convidar-vos para se associarem e participarem na Associação de Apanhadores de Corninhos (A.S.A.C.O.). A A.S.A.C.O. nasceu em fevereiro de 2007 para que o pessoal possa unir-se por um motivo duplo:


1º Passar tempo de lazer ao ar livre andando pelas praias.

2º Ajudar os índios Yakima do Estado de Washington, na costa Oeste dos EUA.
Já sabem que os corninhos da Galiza (Dentalium Vulgare), são muito apreciados pelos Yakima para cobrir peitorais e capacetes, fazer colares, brincos, pulseiras e outros produtos de artesanato.

A A.S.A.C.O. promove no próximo 17 de abril, quarta-feira da Páscoa, uma competição de apanhar corninhos na praia de Carnota, com a seguinte agenda:

10h30-11h30: Inscrição e quota (1 €)

11h30-12h30: Competição

12h30-13h00: Proclamação, pelo júri, da pessoa vencedora e entrega de uma quimera carregada de corninhos

A inscrição e o júri estarão na entrada de Malhou

Força e até lá!

Joana Gomes

Presidenta da A.S.A.C.O. 

Lembrem um par de pormenores: 
  • Os nomes de associações e empresas costumam ir precedidas de artigo: A A.S.A.C.O.  
  •  Ajudamos alguém: O Pedro ajudou o João / O João ajudou a associação / O Pedro e o João ajudaram muitas pessoas. 

  

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Passado simples (primeira pessoa)


Fica aqui este esquema de modo a vos ajudar a treinar os passados na oralidade e na escrita.


Feito com Mindup
Fonte das imagens (disponibilizadas com licenças creativecommons): 
http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Donkey_cartoon_04.svg
http://freevectordownloadz.com/wp-content/uploads/2013/11/Brown-Eye-Clip-Art.jpg


terça-feira, 8 de abril de 2014

Escrever convite - Nível Intermédio


Deixo aqui um exemplo de uma tarefa de escrita que fizemos no Intermédio. Cá em baixo têm o texto corrigido. Marquei a verde alguns pormenores em que convém reparar. Muito obrigado à Célia por disponibilizar o texto. 

INSTRUÇÕES DA TAREFA

Convida os teus colegas de turma para aderirem a uma associação o invulgar quetu criaste ou promoves. Toca os seguintes pontos:

– Nome da associação o e data de criação. 
– Objetivos que persegue.
– Atividades que promove.
– Maneiras de aderir e quotas.
 
De: Célia

Para: Turma de português (nível intermédio)



Caros e caras colegas,


Há um ano que faço parte de uma associação na minha cidade de origem para ajudar as crianças cujas famílias têm importantes problemas económicos. Chama-se Assosiação pelas Crianças da Corunha.  


E como está a ser uma experiência muito enriquecedora para mim, gostaria imenso de partilhar convosco esta vivência. É por isso que venho convidar-vos para a próxima reunião, que será no dia 1 de abril, na Rua Rodrigo A. de Santiago, 1.º andar, na Corunha - local da sede da associação.


Podem contribuir para esta causa com dinheiro, comida, brinquedos, tempo, ilusão, boa vontade, apoio... Qualquer coisa destas agradeceriam os miúdos e também as suas famílias... Adianto que um dos temas que se vão tratar é a possibilidade de que esta iniciativa se faça extensiva às cidades e vilas da Galiza. Falar-se-á também dum projeto muito interessante: criar uma espécie de rede, que se poderia chamar a Rede da Galiza de Ajuda às Crianças. Se nessa altura vocês tiverem qualquer sugestão que tenha a ver com isto, será muito bem recebida.    

Espero que vocês apareçam!

Cumprimentos cordiais



A Célia